
Representantes de professores das universidades federais, que estão em greve há mais de dois meses, devem se reunir nesta segunda-feira (23) com o Ministério do Planejamento e o MEC (Ministério da Educação) para definir os rumos da paralisação.
No primeiro encontro, os docentes não aceitaram a proposta de reajuste salarial proposto pelo governo e, durante assembleias feitas na última semana, mantiveram a decisão.
A paralisação já atinge 56 das 59 universidades federais, além de 34 institutos federais de educação tecnológica. Os professores pedem reestruturação simples em 13 níveis, com variação de 5% de valor em casa nível. Atualmente, a progressão salarial é dividida em níveis e subníveis não muito claros, que tornam difícil a ascensão do profissional ao topo da carreira.
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