
Como o ano é eleitoral, nada anormal pelo excesso de greve e o próximo segmento econômico a parar é o bancário, pois servidores do Banco Central prometem para, a partir do dia 20, uma paralisação por tempo indeterminado, até conseguirem uma reposição salarial de 23%.
Nesta quarta-feira houve uma paralisação de advertência, com adesão de 70% dos servidores, mas foi apenas para o início das negociações, porém como quem está à frente do movimento é amparado pela estabilidade do serviço público, a greve é inevitável.
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