
Em assembleia, técnicos decidem seguir comando nacional da greve. Grevistas acusam governo de falta de compromisso com a educação.
Os técnicos administrativos da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) decidiram, nesta quinta-feira (9), rejeitar a proposta de reajuste salarial de 15,8% oferecida no início da semana e apresentar uma contraproposta ao governo federal, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Maranhão (Sintema).
A intenção da proposta grevista é manter a linearidade entre as classes A, B, C, D e E, vigentes no plano de carreiras da categoria. Ainda, os técnico administrativos querem reposição da inflação retroativa a julho de 2010; aumento de 3% para 4% na progressão de níveis e a redução de três para um ano na implementação do reajuste oferecido pelo governo.
Outro pedido do comando de greve é a implantação da jornada de 30 horas semanais na UFMA, sem redução dos salários, pauta discutida há dois anos sem sucesso pela reitoria da universidade, de acordo com o Sintema.
"Durante a assembleia geral, vários trabalhadores fizeram intervenções na tribuna, onde destacaram a falta de compromisso do governo com a educação brasileira, as universidades e o ensino superior de qualidade", informou a assessoria sindical, em nota.
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