
Na última sexta-feira, 17, o Itaú anunciou que vai pagar de uma só vez o valor da PCR (Participação Complementar nos Resultados). O pagamento será feito juntamente com a antecipação da PLR (Participação dos Lucros e Resultados), até 10 dias depois da assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho.
Neste ano, a PCR sobe para R$ 1,8 mil, 12,5% a mais que o R$ 1,6 mil do ano passado. A PCR é linear, o que significa que todos os funcionários do banco receberão o mesmo valor. Além disso, ela não se baseia em metas individuais, ao contrário do Agir.
Para o movimento sindical, o valor é baixo perto do lucro gigantesco do banco. É um absurdo que a Contraf/CUT, sem nenhuma resistência, já esteja aconselhando a realização de assembleia para aceitação da proposta.
De qualquer forma, o importante é discutir nesta campanha um índice de reajuste que leve em conta as perdas salariais ocorridas desde 1994. Hoje, elas são da ordem de 23% nos bancos privados. Enquanto não houver a reposição dessas perdas, não será possível falar em "aumento real".
Bolsas de estudo
O Itaú Unibanco também afirmou que vai ampliar de 4 mil para 5 mil o número de bolsas de estudo, cujo valor corresponde a 70% do valor da mensalidade, com teto de R$ 320,00.
A proposta referente às bolsas não está vinculada à proposta da PCR. Assim, caso seja aprovada pelos funcionários, o banco abrirá rapidamente o prazo para requisitá-las e os contemplados receberão os créditos retroativos a fevereiro.
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