
O governo federal tem reduzido a taxa básica de juros para manter o crescimento e fortalecer o mercado interno, mas os grandes bancos não repassam ao consumidor. Apesar de a Selic está atualmente em 7,5% ao ano – o menor nível da história, o cheque especial e o empréstimo pessoal caíram apenas 0,02 ponto percentual.
O juro médio do cheque especial saiu de 8,03% para 8,01% ao mês. A taxa média ao ano é de 151%. Já o juro do empréstimo pessoal passou de 5,39% para 5,37% ao mês. A pesquisa é do Procon e foi feita com o Itaú, Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Caixa, HSBC e Safra.
Os números não deixam dúvidas. As organizações financeiras não fazem nada para beneficiar a população. Pelo contrário. Os correntistas brasileiros pagam as taxas de juros mais altas do mundo e têm um dos piores serviços.
O dia-a-dia nas agências é de puro estresse. As filas gigantescas, as reformas que nunca acabam, o calor insuportável, principalmente nas unidades localizadas na periferia, o número insuficiente de funcionários. Tudo isso reforça a tese de que os bancos só estão preocupados em manter a margem de lucro nas alturas.
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