Siga-nos no Threads Siga-nos no TikTok Fale conosco pelo WhatsApp Siga-nos no Facebook Siga-nos no Instagram Siga-nos no X Siga-nos no Youtube

PLANTÃO / BANCO DO BRASIL

Imprimir Notícia

Banco aumentou tarifas de sete produtos e serviços em 2012

28/09/2012 às 15:29
Valor Econômico
A+
A-

O Banco do Brasil aumentou, do começo do ano até setembro, o valor de sete tarifas cobradas entre produtos e serviços bancários mais usados pelos correntistas. Em apenas um deles a taxa caiu na mesma comparação. Os dados são do Banco Central.

Desses sete aumentos, quatro foram feitos antes de abril, quando o governo começou a forçar as instituições financeiras a baixar os juros das operações de crédito. Três elevações foram posteriores a abril - o que mostra que, em parte, o ajuste das tarifas precedeu o cortes nos juros de empréstimos.

A taxa que mais subiu no período foi a da "Exclusão do Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo", que ganhou um incremento de R$ 3, chegando a R$ 39,18. O BB subiu também três taxas relativas à emissão de extratos bancários, que agora custam até R$ 2,00. Duas modalidades de extratos foram encarecidas em R$ 0,20 e a terceira, em R$ 0,40. A taxa cobrada em depósitos identificados subiu R$ 0,40 e ficou em R$ 3,10. Em dois tipos de saque, a taxa subiu R$ 0,10 e passou a ser de R$ 1,70.

A única modalidade em que houve queda na tarifa foi no inusitado "Pagamento de contas utilizando a função crédito em espécie". A tarifa cobrada pelo BB por esse serviço era de R$ 15,00 em janeiro e encolheu para R$ 3,00 em setembro.

O BB vai anunciar hoje a redução das tarifas de sete produtos que foram reajustadas no início do ano. A medida segue decisão do Ministério da Fazenda, que tem o objetivo de forçar os bancos privados a seguir o exemplo e fazer o mesmo. É a mesma estratégia adotada pelo governo quando passou a pressionar os bancos a reduzir as taxas de juros das operações de crédito. A queda começou pelo BB e pela Caixa Econômica Federal e, apesar das queixas iniciais, os bancos privados seguiram o mesmo caminho.

Em reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, dirigentes do BB alegaram que o banco não corrigia suas tarifas desde 2008. A instituição explicou que os reajustes, em alguns casos, não chegaram sequer a repor a inflação do período. No entanto, Mantega argumentou que este não é o melhor momento para elevar tarifas, já que o aumento destoaria do esforço do governo para reduzir as taxas de juros ao consumidor.

Números disponíveis nas demonstrações financeiras do Banco do Brasil indicam que as tarifas estão ajudando a impulsionar a instituição neste ano. Se no início de 2012 a instituição projetava que as rendas de tarifas cresceriam entre 13% e 18% neste ano, até junho o banco já estava acima da meta, com alta de 21% na comparação com igual mês de 2011.

As receitas provenientes das tarifas bancárias cresceram significativamente mais que a base de clientes do Banco do Brasil, o que mostra que são, em boa parte, fruto de reajustes.

O BB terminou junho com 57,5 milhões de clientes, o que representa aumento de 4,2% frente a igual mês do ano passado. Se considerado apenas o número de correntistas, a expansão foi ainda mais modesta: o total passou de 35,6 milhões em dezembro do ano passado para 36,7 milhões seis meses mais tarde, com alta de 3,1%.

SAÚDE - CAT
ÁREA DO CLIENTE
SOBRE

Sindicato dos Bancários do Maranhão - SEEB/MA
Rua do Sol, 413/417, Centro – São Luís (MA)
Secretaria: (98) 98477-8001 / 3311-3513
Jurídico: (98) 98477-5789 / 3311-3516
CNPJ: 06.299.549/0001-05
CEP: 65020-590

MENU RÁPIDO

© SEEB-MA. Sindicato dos Bancários do Maranhão. Gestão Trabalho, Resistência e Luta: por nenhum direito a menos!