
A greve dos servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de São Luís continua por tempo indeterminado. A paralisação já dura 40 dias. Com apenas sete das 12 ambulâncias em condições de funcionamento para o atendimento de mais de 1 milhão de habitantes, os servidores reclamam da falta de estrutura adequada para o trabalho. Apenas duas ambulâncias estão em funcionamento durante a greve.
Entre as reivindicações estão a modernização do sistema de atendimento por telefonia. A categoria, também, reclama de questões como o reajuste dos vencimentos, a isonomia salarial entre trabalhadores efetivos e contratados e, ainda, a valorização dos condutores-socorristas - que são registrados como motoristas de veículos leves, mas atuam como técnicos de enfermagem e conduzem um veículo de risco.
De acordo com Daniel Couto Guimarães, um dos médicos do Samu, até o momento a Prefeitura de São Luís não buscou os líderes para dialogar e avaliar as proposições grevistas. "A situação é crítica e a greve continua, pois, independente da greve ou não, os serviços do orgão iam parar de qualquer jeito pela falta de estrutura. Temos apenas duas ambulâncias funcionando e a prefeitura não deu, até agora, nenhum aval em relação a nossa paralisação", disse o médico.
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