
O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 8,2 bilhões no acumulado até setembro de 2012, correspondendo a um retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 18,5%. O lucro líquido ajustado, livre de efeitos extraordinários, encerrou os nove primeiros meses do ano em R$ 8,3 bilhões, 4,3% inferior ao mesmo período de 2011.
No trimestre, o lucro líquido foi de R$ 2,7 bilhões, queda de 9,3% em relação ao trimestre anterior e RSPL de 18,6%.
O lucro líquido ajustado ficou em R$ 2,7 bilhões, redução de 11,0% em relação ao segundo trimestre. Caso sejam desconsideradas as receitas provenientes do fundo de pensão dos funcionários do BB (Previ), o lucro líquido ajustado no terceiro trimestre seria de R$ 2,5 bilhões, um aumento de 10,2% sobre o mesmo período de 2011.
A distribuição de 40% do lucro líquido destinou aos acionistas R$ 2,5 bilhões na forma de juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 836 milhões em dividendos até o terceiro trimestre de 2012.
Mantendo sua liderança em ativos, o Banco do Brasil ultrapassou, em setembro, a marca de R$ 1,1 trilhão, evolução de 16,2% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 5,0% em relação a junho de 2012. A expansão da carteira de crédito foi o fator mais relevante para esse crescimento.
A carteira de crédito ampliada, que inclui TVM e garantias prestadas, atingiu R$ 532,3 bilhões, um crescimento de 4,7% em relação ao trimestre anterior e 20,5% em 12 meses. Destaque para a carteira de consignado, com crescimento de 16,4% em relação a setembro de 2011. O BB encerrou o mês de setembro mais uma vez como líder no Sistema Financeiro Nacional com 19,6% de participação de mercado, contra 19,3% em setembro/11.
Inadimplência permanece sob controle
Ao final do terceiro trimestre de 2012 os índices de inadimplência do BB permaneceram estáveis, mantendo-se abaixo dos observados no Sistema Financeiro Nacional. O índice de operações vencidas há mais de 90 dias ficou em 2,17% da carteira de crédito, enquanto o SFN registrou inadimplência de 3,77%. As operações classificadas na faixa de risco AA-C representaram 94,0% do total da carteira ao final do trimestre, contra 92,1% observados no SFN. O nível de cobertura da carteira de crédito, que demonstra a provisão existente sobre operações vencidas há mais de 90 dias, fechou setembro em 204,4%.
O crédito imobiliário finalizou o terceiro trimestre de 2012 com saldo de R$ 10,8 bilhões, expansão de 70,9% em 12 meses. Foram contratadas 7.678 operações no trimestre, melhor desempenho desde o início da série em 2008, com crescimento de 4,1% sobre o trimestre anterior. Os desembolsos no trimestre atingiram R$ 1,8 bilhão, 2,6% a mais do que o observado no mesmo período de 2011.
O volume de negócios com pessoas físicas chegou a R$ 1,1 bilhão e de pessoas jurídicas a R$ 610 milhões. A carteira PF se destaca mais uma vez, com crescimento de 69,3% em um ano, finalizando setembro de 2012 com saldo de R$ 8,5 bilhões.
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