O trabalhador com 50 anos ou mais, quando demitido, tem mais chances de ter infarto fulminante. A pesquisa, feita com 13 mil pessoas nos Estados Unidos, indica que o risco cresce 25% durante o ano seguinte à perda do emprego.
Caso o indivíduo seja novamente demitido as chances crescem mais ainda. O estresse é apontado como principal fator para a parada cardíaca em pessoas de meia idade.
Neste caso, a possibilidade de infarto também atinge o trabalhador com emprego fixo. Estudo feito anteriormente já havia identificado que um trabalho estressante pode causar problemas de saúde grave.