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Lucro dos grandes bancos sobe 32%, para R$ 10,2 bilhões no 3º tri

18/11/2010 às 00:00
IG Economia
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Os quatro grandes bancos brasileiros com ações em Bolsa de Valores fecharam o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 10,2 bilhões. O número representa um salto de 32% sobre o que Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Santander lucraram no terceiro trimestre de 2009, um total R$ 7,7 bilhões. “Os bancos estão em um momento bastante positivo”, afirma Victor de Figueiredo Martins, analistas do setor bancário da Planner Corretora. “Os quatro devem apresentar, inclusive, uma melhora nos resultados do quarto trimestre.” Martins estima que os lucros dos grandes bancos crescerá entre 5% e 10% em relação ao terceiro trimestre deste ano. O Banco do Brasil, por exemplo, que lucrou R$ 2,6 bilhões de julho a setembro, mostrou um aumento de 10,8% sobre os números do segundo trimestre deste ano. “Como os bancos compram e vendem dinheiro, com a melhoria da atividade econômica do País, eles ganham mais”, diz o analista. No acumulado dos nove meses do ano, o ganho somado dos quatro bancos chega a R$ 29,17 bilhões, com uma elevação de 30,5% em comparação com os resultados recorrentes do ano passado. Os lucros recorrentes excluem efeitos extraordinários que afetam o resultado da instituição, como determinados ágios e impostos. Martins atribui a melhora no resultado das grandes instituições ao aumento nas operações de crédito, que têm crescido graças ao incremento da renda das famílias e dado um fôlego maior ao consumo. Tudo isso somado à redução das taxas de juros e à queda na inadimplência. “Tudo conspira a favor dos bancos”, afirma. RetornoO analista destaca, no entanto, que o retorno sobre o PL, ou seja, quanto o lucro representa em relação ao patrimônio líquido dos bancos tem diminuído em relação há alguns anos. “Hoje, os retornos estão na faixa dos 25%, como o do Banco do Brasil, de 25,7%; o Bradesco, de 24%; Itaú, com 24,5% e o Santander, um pouco abaixo com 19%. No passado, o Banco do Brasil já teve 30% de retorno, mas esses níveis de 25% a 30% ficaram no passado. A tônica agora é ganhar menos com mais clientes”, avalia. Os dados do balanço do Banco do Brasil mostram que a receita com as operações de crédito somaram R$ 14,3 bilhões no terceiro trimestre, cerca de 40% acima dos R$ 10,6 bilhões do mesmo trimestre de 2009. “O núcleo do resultado é proveniente da intermediação financeira e das operações de crédito”, disse Ivan Monteiro, vice-presidente de relações com investidores do BB, durante a divulgação do balanço, ontem. A carteira de crédito do BB fechou o trimestre em R$ 339,8 bilhões, com uma alta de 19% sobre o fechamento de setembro de 2009. Os empréstimos para pessoas físicas aumentaram 25%, fazendo com que o saldo passasse de R$ 85,7 bilhões de julho a setembro de 2009 para R$ 107,4 bilhões. Segundo informações do banco, ele mantém sua participação no mercado na faixa de 20%, isso levando em consideração todas as linhas de crédito. Na pessoa física, esse percentual sobe para 22,7%. Um dos fatores que contribuiu para a expansão da carteira do BB foi a operação de veículos, incrementada com a compra de 49% do Banco Votorantim, no início do ano passado. Segundo informações do banco, a carteira de veículos teve aumento de 11,1% no terceiro trimestre. “A produção do Votorantim mudou bastante. Ela passou de um nível mensal de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,4 bilhão para a casa dos R$ 3 bilhões. Discutimos muito para que ele (o banco) ficasse mais focado em carros novos e isso aconteceu. Hoje, a maior fatia dos financiamentos é de carros zero-quilômetro”, afirma Monteiro.

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