
O número de greves registradas no ano passado atingiu 554 ante 446 em 2010, crescimento de 24%. A quantidade de paralisações também é a maior desde 1997, quando ocorreram 631.
Os dados fazem parte do estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A crise na economia mundial contribuiu decisivamente para o aumento das paralisações.
A pesquisa aponta ainda que, em 2010, o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceu 7,5. No ano passado, o percentual caiu para 2,7%. Os dados revelam o caráter da greve muda de acordo com o contexto da conjuntura econômica, ou seja, em momentos de grande crescimento, a tendência é haver redução das paralisações, já que as negociações de ganhos salariais tendem a facilitar o alcance das reivindicações.
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