
A lateralidade é um instrumento maléfico criado pelos banqueiros com o objetivo de "economizar" dinheiro e sobrecarregar os bancários.
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Numa atitude unilateral, o presidente do Banco da Amazônia e ex-superintendente do Banco do Brasil, Abdias de Sousa Júnior, mostrou que é um fiel seguidor do modelo de gestão do BB.
Num encontro realizado na última sexta-feira (14/12), em Belém, Abdias anunciou que pretende implantar a lateralidade em todos os setores do BASA.
Para quem não conhece, a lateralidade é um instrumento maléfico criado pelos banqueiros para “economizar” dinheiro e sobrecarregar os bancários, que passam a trabalhar dobrado sem direito a remuneração compatível.
Com a lateralidade, um gerente que se ausentar do banco (por férias, licença, etc.) será substituído por outro gerente ou funcionário. O substituto, além de cuidar de suas funções e metas, terá que acumular o serviço do gerente ausente sem receber um centavo por isso.
Dessa forma, o banco economiza, agrada o Governo e arruma mais um pretexto para assediar e explorar os trabalhadores. Na visão do SEEB-MA, a decisão de Abdias é equivocada e afronta a política de valorização e reconhecimento dos bancários que a direção do BASA tanto afirma respeitar.
Se o presidente queria copiar alguma coisa do BB, por que não os melhores salários (40% maiores que o do BASA), a previdência ou o plano de saúde? O Sindicato se junta à campanha da AEBA por entender que a lateralidade é uma medida contra os trabalhadores, que visa desrespeitar e retirar direitos da categoria!
Portanto, para a lateralidade em qualquer banco, o SEEB-MA diz: NÃO!
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