
Em um cenário de juros menores, cresceu o desafio para os gestores de fundos que querem manter seus produtos competitivos, principalmente nos segmentos de renda fixa e DI. Algumas das instituições que registraram os maiores resgates em seus fundos no ano passado, como Santander, J.P. Morgan e Votorantim, foram impactadas principalmente pelas saídas de recursos nessas categorias.
Para reter ou tentar atrair novos clientes, os bancos têm cortado taxas de administração e aplicação mínima de diversas carteiras, principalmente na renda fixa. Esse movimento foi liderado pelos bancos públicos, com o objetivo de reduzir o custo e popularizar essas aplicações.
Na outra ponta, quem assumiu a liderança na captação de recursos no ano foram Bradesco e Caixa Econômica Federal, ajudados pelas aplicações feitas por empresas e investidores institucionais.
A Caixa, que é tradicionalmente forte na renda fixa, cortou a taxa de administração de diversos fundos da categoria e ampliou o leque de produtos em renda variável, com o lançamento de carteiras com aplicação mínima a partir de R$ 10. O resultado foi o ingresso líquido de R$ 14,051 bilhões em seus fundos de ações, o que contribuiu para que a instituição registrasse a segunda maior captação do mercado de fundos, totalizando ingresso líquido de R$ 23,9 bilhões em 2012, até novembro, de acordo com os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
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