
O Itaú e o Santander desafiam até o governo federal. Em audiência no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as duas empresas se negaram a negociar a alta rotatividade e a garantia de emprego, mesmo com as constantes demissões sem justa causa.
Os bancos não aceitaram nem formar uma mesa de negociação do setor. A atitude vai de encontro aos interesses do governo, que, desde o agravamento da crise na economia mundial, vem ampliando as políticas para garantir o crescimento com geração de empregos e desconcentração da riqueza.
O posicionamento deixa claro ainda que as organizações financeiras pretendem continuar com a política de cortes, como admitiu um dos diretores do Itaú à imprensa. O maior banco privado do Brasil demitiu, entre janeiro e setembro do ano passado, 7.831 bancários.
O Santander segue o mesmo caminho. Em dezembro, mais de 1 mil trabalhadores foram dispensados. O descaso com o país é tanto que, na terça-feira (15/01), o banco assinou um acordo na Espanha garantindo diálogo e respeito aos direitos dos funcionários.
Sobre os brasileiros, a direção da empresa alegou que “no Brasil as coisas são diferentes”. A atitude reforça a tese de que o governo federal deve tomar uma medida urgente para acabar com o desrespeito. A reunião no MTE foi na quarta-feira (16/01).
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