
Segundo uma pesquisa da Fecomércio-RJ sobre a intenção de compra do consumidor brasileiro, o comportamento cauteloso é cada vez mais comum entre as pessoas, que agora pensam mais antes de abrir o bolso.
Dos mil entrevistados, 23% não sabiam como gastar o dinheiro ou não responderam à pesquisa. No ano passado, o percentual deste grupo foi de 19%. Houve um crescimento de 21%. No caso da classe C, de 35%. Para o economista Christian Travassos, a dúvida revela um ponto positivo:
- A inadimplência de antes ficou para trás. Agora que conseguiram acumular dinheiro, as pessoas pensam mais sobre o que fazer com ele.
Classes baixas puxam alta
As compras de um automóvel e de eletroeletrônicos foram as prioridades que mais cresceram desde 2012, passando de $11% para 14 %, e de 10% para 12%, ocupando a quarta e quinta colocações respectivamente. A prioridade pela reforma da casa (23%) permaneceu em primeiro lugar, seguida de vestuário (17%) e eletrodomésticos (16%).
Os índices foram puxados pelas classes C, D e E, que passaram a ter maior poder de compra e mais facilidade par obter crédito.
- A carteira assinada é uma garantia para o trabalhador, que passa a ter mais estabilidade, e para quem oferece o crédito - diz Travassos.
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