
As metas impostas aos bancários do Itaú Unibanco – desrespeitosas, desumanas, exploradoras – têm retorno certo: doença aos bancários e crescimento do lucro aos banqueiros. Entre outros, também garantiu o crescimento da lucratividade do banco em 60,5% no primeiro trimestre de 2010, comparado ao mesmo período do ano passado. O maior banco privado do país registrou lucro líquido de R$ 3,23 bilhões no primeiro trimestre,de acordo com os dados divulgados. O valor representa um retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio de 25%, patamar superior aos 18,2% contabilizados no mesmo período de 2009. E foi neste contexto de exaltação da postura do banco que resolveu escancarar de vez tripudiando sobre seus funcionários. Na rodada de negociação de quarta-feira(5), a direção do Itaú Unibanco anunciou que não pretende aumentar o valor de R$ 1.600 oferecido a título de Programa de Complementação dos Resultados (PCR) e já rejeitado pelo movimento sindical. Para piorar, informou que quer reduzir a quantidade de bancários que receberiam o PCR e descontar o valor do Agir e de outros programas próprios de remuneração variável mantidos pelo banco. Assim fica fácil garantir, de forma abusiva, o crescimento recordista do lucro. Os bancários querem a justa parcela que lhes pertence. Na semana passada, o Bradesco divulgou lucro líquido de R$ 2,103 bilhões no primeiro trimestre, com alta de 22,1% ante o mesmo período do ano passado.
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