
O governo admitiu ontem fazer a contratação de médicos de Portugal e da Espanha, além de Cuba, para atuarem na rede pública de cidades do interior do país. Os contratos seriam de até três anos de duração e assinados exclusivamente junto ao SUS (Sistema Único de Saúde).
Para exercer a profissão, todos os profissionais precisarão fazer o Revalida, exame para a validação do diploma. “Não é uma importação de médicos. Não vamos aceitar médico sem registro, sem formação”, salientou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
A estimativa é trazer, no mínimo, 6 mil profissionais, com prioridade para especialistas em pediatria, anestesia e ginecologia.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, voltou a defender a medida, lembrando que um quarto dos médicos dos Estados Unidos e 40% dos profissionais de saúde da Inglaterra são formados em outros países. No Brasil, o índice é de 1,7%.
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