
Está nos bancos das universidades um retrato claro da mudança que ocorreu na última década no universo dos trabalhadores domésticos. Não foi só o número de empregados que diminuiu nem só o salário médio que subiu: eles se qualificaram. Há hoje no Brasil 63,4 mil trabalhadores domésticos com diploma universitário.
É pouco menos de 1% do total de 6,6 milhões de empregados que atuam hoje no Brasil, mas o crescimento é vertiginoso. Em 2002, não chegavam nem a 6.000, ou 0,09% do total da categoria naquela época.
Os dados foram compilados pelo professor José Pastore, especialista em relações do trabalho, a partir de informações das Pnads (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2002 e 2011, realizadas pelo IBGE.
Diferentemente de outros profissionais que aos 20 ou 30 anos chegam à universidade, a maior parte dos domésticos vai para a sala de aula entre os 40 e 50 anos.
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