
O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor se manteve estável, registrando alta de 0,1% em maio na comparação com o mês imediatamente anterior. É a menor variação para o mês de maio desde 2000. Na relação anual, maio deste ano contra o mesmo mês do ano passado – a inadimplência do consumidor teve crescimento de 0,5%. No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o índice continua perdendo fôlego e apresentou alta de 7,5%. No primeiro quadrimestre do ano, o indicador havia registrado alta de 9,5%.
Em maio, as comparações mensal, anual e acumulado apresentaram desaceleração. De acordo com os economistas da Serasa Experian, esses resultados são justificados pelo menor crescimento do consumo, pelos consumidores que estão buscando renegociar suas dívidas e pela cautela em relação ao aumento dos juros, que leva o consumidor a priorizar o pagamento das dívidas mais caras, como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito.
As dívidas com os bancos foram as responsáveis pela leve alta do índice em maio, com variação positiva de 4,2% e contribuição de 1,9 p.p. Já as dividas não bancárias (junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.), os títulos protestados e os cheques sem fundos apresentaram variações negativas de 3,6, 6,3 e 0,8, respectivamente, e não deixaram que a inadimplência do consumidor subisse mais.
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