
A educação é a base fundamental para a formação de um indivíduo. Portanto, lugar de criança é na escola. Apesar dos avanços, o Brasil ainda tem uma realidade um pouco distante do ideal.
O país possuía 3,7 milhões de meninos e meninas de 5 a 17 anos em atividades econômicas ilegais até 2011. O número representa 8,6% do total da população desta faixa no período (42,7 milhões).
Do total, 2,2 milhões de jovens ocupados eram negros e 1,5 milhão brancos. Mesmo alto, o contingente é muito menor do que o encontrado em 2008, quando o trabalho infantil chegava a 4,5 milhões de crianças e adolescentes.
Se observada a região, o Nordeste tem o maior número de casos, com 1,3 milhão de jovens no ofício. O Sudeste está em segundo lugar, com quase 1,1 milhão, seguido do Sul (592 mil) e do Centro-Oeste (231 mil).
O trabalho infantil doméstico é umas das formas mais recorrentes de exploração. A prática era comum para 18,5 milhões de crianças e adolescentes em 2011. Já em 2008 eram 19 milhões. Os dados mostram que é preciso avançar ainda mais em políticas que visem a erradicação da prática ilegal e ampliar o investimento em uma educação pública de qualidade.
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