
A reestruturação anunciada pelo BNB deve, antes de tudo, respeitar o funcionário e não promover mais medo e instabilidade no ambiente de trabalho. O banco tem de, inclusive, aproveitar o momento para resgatar importantes direitos dos bancários, como os planos de cargo e de função e a quitação dos passivos trabalhistas.
A avaliação é da AFBNB (Associação dos Funcionários do BNB) e foi reafirmada em reunião ocorrida na semana passada com a direção da instituição financeira. Os trabalhadores entendem que realmente é preciso fazer algumas mudanças, mas não podem, de forma alguma, prejudicar o bancário, fato que já vem acontecendo.
Exemplos do desrespeito têm de sobra. Em Salvador há denúncias graves de que funcionários vão perder as comissões. Em outros locais, estão sendo colocadas listas com os nomes dos empregados que ficarão sem lotação definida, além da postura de alguns gestores que se aproveitam para aumentar o assédio moral.
Os trabalhadores querem que o BNB acompanhe, conduza e facilite a realocação das pessoas que estão, no momento, em situação indefinida, para evitar mais constrangimentos e exposições desnecessárias. Os funcionários querem ainda a isonomia de tratamento entre a direção geral e as agências como parte de uma política efetiva de valorização.
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