
Que os bancos discriminam talvez todo mundo já esteja cansado de saber, mas a crueldade em alguns casos ultrapassa todos os limites. Um gerente do Bradesco foi demitido no mesmo dia em que recebeu o diagnóstico de portador do vírus HIV. A atitude mostra a falta de humanidade da empresa, agora devidamente condenada pela Justiça. Em decisão unânime, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) informou que a organização financeira não conseguiu provar que a dispensa não foi discriminatória. Desde a demissão, em 2005, o funcionário vem tentando a reintegração. Na reclamação trabalhista julgada em 2008 pela 26ª Vara do Trabalho de São Paulo, o juiz entendeu ter havido discriminação do Bradesco e mandou reintegrá-lo. O banco recorreu, mas agora não tem mais jeito e a empresa terá de reintegrar o trabalhador e ainda pagar indenização por danos morais no valor de 20 salários. Ao retornar ao trabalho, o gerente também terá direito a todas as vantagens e adicionais conferidos por lei ou norma contratual durante o período de afastamento, além dos benefícios.
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