
A lentidão do Banco do Nordeste já é conhecida por todos. Mais uma vez, a instituição financeira deu provas de que está pouco interessada em melhorar as condições de trabalho dos funcionários. A empresa até agora não marcou a primeira rodada de negociação para tratar sobre a pauta específica, entregue desde o dia 1º de agosto.
Uma das reivindicações mais emergenciais é a revisão do PCR (Plano de Cargos e Remuneração). Os bancários querem mudanças no plano, que é uma conquista da campanha salarial e existe desde 2006. Como só tem 18 níveis, o funcionário que já atingiu o último nível do PCR, não tem mais possibilidade de promoção.
O assunto é debatido há várias campanhas. Os trabalhadores chegaram a criar uma comissão paritária para tratar o assunto. Houve consenso entre os trabalhadores e o banco. No entanto, o BNB só enrola e o plano não sai do papel.
A minuta ainda contém pontos como o combate ao assédio moral e sexual, isonomia de tratamento entre todos os funcionários e PLR Linear, que inclui as regras da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), além de 5% do lucro líquido para pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de forma linear para todos os empregados.
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