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PLANTÃO / CAMPANHA SALARIAL

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Banqueiros rejeitam reivindicações sobre condições de trabalho

16/08/2013 às 09:26
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Os bancos realmente não se preocupam com o trabalhador brasileiro. Depois de um dia de intenso debate, a Fenaban negou as cláusulas sobre garantia de emprego e contra as demissões imotivadas. Nem mesmo os dados apresentados pelo movimento sindical foram capazes de sensibilizar as organizações financeiras.

Entre junho de 2012 e de 2013, o Itaú eliminou 4.458 vagas. No mesmo período, o Santander cortou 3.216 postos, o Bradesco, 2.580, e o BB, 276. No período, apenas a Caixa ampliou o quadro de empregados com a contratação de 7.423 bancários. Os números são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

A alta rotatividade no setor também foi motivo de longa discussão durante a negociação ocorrida nesta quinta-feira (15/08). A diferença salarial entre um contratado e um demitido é de 36%. Uma manobra muito utilizada para reduzir os custos.

A Fenaban informou que a redução dos postos de trabalho é pequena se relacionada ao número de empregados. Para completar disse que as demissões fazem parte de ajustes e que a rotatividade é baixa se comparada a outros setores. Não custa lembrar que em alguns bancos a taxa varia entre 12% e 16%. Altíssima.

Tem mais absurdo por aí. Os banqueiros disseram que a empresa busca eficiência e manutenção da rentabilidade e que os lucros de 2012 e 2013 não são motivos para festejar. Vale destacar que no ano passado a lucratividade ultrapassou os R$ 50 bilhões e que, no primeiro semestre, os principais bancos tiveram ganho de cerca R$ 30 bilhões.

Sobre a Convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que coíbe a demissão imotivada, a Fenaban disse que não é aplicável ao dinamismo do trabalho. Os debates retomam nesta sexta-feira (16/08), quando entram em pauta terceirização e igualdade de oportunidade e tratamento. Mas, o movimento sindical já orientou a ampliação das mobilizações contra a terceirização nos dias 22 e 30 de agosto.

Saúde

O movimento sindical fez uma avaliação sobre a rodada da semana passada e deixou claro que não abre mão dos pontos de saúde e condições de trabalho, solicitando o retorno dos debates. Apesar de não ter gostado nada da atitude, a Fenaban sugeriu fazer uma análise sobre as principais causas de afastamento assim que a campanha salarial terminar.

Sobre segurança, informaram que os dados de assaltos estão prontos e serão apresentados no dia 20. Com relação as cláusulas descumpridas pelos bancos, se comprometeram a fazer o debate internamente e responder em 30 dias.

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