
Os bancários aguardam com expectativa a próxima rodada de negociação com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), quando entram em debate as cláusulas econômicas. O encontro acontece segunda e terça-feira (26/08 e 27/08), em São Paulo.
Entre as demandas, reajuste salarial de 11,93% (aumento real de 5% mais a inflação do período), PLR de três salários mais R$ 5.553,15, piso definido pelo Dieese, de R$ 2.860,21, vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio creche/babá de R$ 678,00 cada.
Até agora, o discurso dos banqueiros foi duro, dificultando o processo negocial. As reivindicações sobre saúde, condições de trabalho e emprego foram negadas. Por isso, nesta semana, o Sindicato da Bahia intensifica as atividades para fortalecer a mobilização da categoria e acabar com a enrolação da Fenaban e dos bancos públicos.
Inclusive, nesta sexta-feira (23/08), o Comando Nacional dos Bancários volta a sentar à mesa com a direção do BB. Os funcionários esperam que a instituição financeira, dona do maior lucro da história dos bancos para o primeiro semestre, mude de postura e trate o processo negocial com seriedade.
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