
O Itaú recebeu neste mês o título de uma das melhores empresas para trabalhar. Mas, a consultoria responsável pela pesquisa, a Great Place to Work, parece ter esquecido de ouvir os funcionários.
Além de enganar os clientes com falsas propagandas, o maior banco privado em operação no Brasil também é especialista em explorar o bancário e precarizar as condições de trabalho.
Os absurdos não param por aí. Mesmo com lucro líquido recorde, no primeiro semestre atingiu os R$ 7 bilhões, a organização financeira tem reduzido significativamente o quadro de empregados, deteriorando ainda mais as condições de trabalho e o atendimento ao cliente.
Os números não mentem. Nos últimos dois anos, de acordo com dados do próprio Itaú, foram eliminados 13.500 empregos. Em junho de 2011, o banco tinha 101.500 funcionários. No mesmo mês de 2013, o número caiu para 88 mil. O corte brusco também é responsável pela elevação do índice de afastamentos por problemas de saúde.
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