
Como prevíamos desde quando foi anunciada no ano passado, a fusão do Itaú com o Unibanco criou um monstro devorador de empregos, apesar do estrondoso lucro de R$ 13,3 bilhões realizado em 2010. Além dos sete primeiros demitidos neste ano, o Itaú demitiu mais um, o colega Hélio Soares Oliveira. Mesmo o bancário apresentando sua saúde fragilizada, com depressão e os nervos em frangalhos pela intensa pressão por resultados, o banco Itaú não respeita qualquer princípio racional de humanidade e segue demitindo todos que vieram da estrutura do Unibanco.
Ao procurar a diretoria do SEEB-MA, o colega do Itaú confessou que sentia prazer em ser bancário até antes da fusão dos dois bancos. Entretanto, mesmo depois de mostrar aos gestores do Itaú todo o empenho que sempre pautou sua carreira iniciada há quase trinta anos, emocionado e com os olhos afogados em lágrimas, Hélio Soares confessou se sentir magoado, injustiçado, mas ao mesmo tempo livre de um pesado fardo.
O Sindicato buscará todos os direitos que o ordenamento jurídico garante ao bancário que, mesmo psicologicamente abalado e só conseguindo dormir com medicação, vinha exercendo suas funções de maneira exemplar.
Aos colegas do Itaú que constantemente sofrem assédio moral, o Sindicato orienta a romperem a barreira do medo e a denunciarem essa prática criminosa e abusiva dos banqueiros.
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