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DESTAQUE / CAMPANHA SALARIAL

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Bancários ampliam greve e cobram fim do silêncio patronal

Nesta quarta-feira (25/09) às 9h, ocorrerá o quinto ato público. Desta vez, em frente ao Bradesco do João Paulo. Participe!

24/09/2013 às 19:39
Ascom/SEEB-MA
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Em Imperatriz, adesão dos bancários à greve é massiva (Foto: SEEB-MA/Regional Imperatriz)

Nesta terça-feira (24/09), sexto dia de greve, os bancários maranhenses ampliaram o movimento paredista em todo o Estado. Pela manhã, a categoria realizou ato público, em frente ao Banco da Amazônia da Praça Pedro II, no Centro de São Luís.

Na ocasião, os trabalhadores protestaram contra o silêncio dos patrões, que se recusam a retomar as negociações, prolongando a greve, que continua por tempo indeterminado em todo o país.

Amanhã (25/09) às 9h, os bancários se reúnem no João Paulo, bairro que concentra grande número de agências bancárias. O objetivo é chamar a atenção dos patrões para as reivindicações da categoria, além de esclarecer a população sobre os motivos da greve.

Como nos dias anteriores, os bancários avaliam a greve no fim da tarde, às 17h, na sede do SEEB-MA, Centro de São Luís.

Greve forte em todo o país


A greve dos bancários segue firme e forte, sem previsão para chegar ao fim. No Brasil, o número agências de bancos públicos e privados fechados chegam a 9.665. O número tende a aumentar a cada dia. Até o momento, banqueiros e Governo Federal não apresentaram outra proposta nem marcaram nova rodada de negociação.

Saiba mais

Os bancários cruzaram os braços desde quinta-feira (19/09) e só retornam às atividades quando os patrões apresentarem uma proposta decente.

Os trabalhadores votaram pela paralisação depois que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) se recusou a atender as principais reivindicações da categoria, tais como: reajuste de 22%, contratação de mais bancários, combate ao assédio moral, saúde, segurança, dentre outras.

Outro fator que fez os trabalhadores radicalizarem o movimento foi o reajuste de 6,1%. O índice é muito baixo, principalmente diante do lucro do setor, que beirou os R$30 bilhões somente no primeiro semestre deste ano.

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