
Ato público em conjunto com os funcionários dos Correios ocorre nesta quinta-feira (26/09) às 8h30, no Centro de São Luís.
Clique na foto para ampliá-la
A greve dos bancários completou uma semana nesta quarta-feira (25/09) e segue por tempo indeterminado em todo o país. Amanhã (26/09), os bancários se unem aos funcionários dos Correios – que também estão em greve - em um grande ato público, que será realizado às 8h30, no Centro de São Luís.
O objetivo da manifestação é cobrar da classe patronal a reabertura das negociações visando conquistar propostas que atendam às reivindicações das categorias, dentre as quais, reajuste digno, saúde, segurança e melhores condições de trabalho.
Greve se fortalece contra o silêncio e a intransigência dos bancos
Enquanto os bancários estão abertos ao diálogo, os banqueiros e o Governo Federal permanecem em silêncio há 20 dias. Eles se recusam a negociar, prolongando a greve em total desrespeito à categoria e à população
Por causa desta intransigência, a greve se fortalece a cada dia no Maranhão e em todo o território nacional. Em Imperatriz, por exemplo, mais quatro agências de bancos privados paralisaram as atividades nesta quarta-feira.
Todos os bancos públicos da cidade também estão fechados desde o começo da semana. O mesmo ocorre em outros grandes centros, como Caxias, Açailândia, Santa Inês, Timon, Codó, dentre outras cidades.
Assembleia de avaliação
Além do ato público, os bancários realizam nesta quinta-feira (26/09) às 17h, nova assembleia para avaliar a primeira semana de greve e definir formas de ampliar ainda mais o movimento.
Greve forte em todo o país
A greve dos bancários segue firme e forte, sem previsão para chegar ao fim. No Brasil, o número agências de bancos públicos e privados fechados chegam a 10.024. O número tende a aumentar a cada dia. Até o momento, por culpa dos patrões, não há nova proposta a ser apreciada nem previsão de negociação.
Saiba mais
Os bancários cruzaram os braços desde quinta-feira (19/09) e só retornam às atividades quando os patrões apresentarem uma proposta decente.
Os trabalhadores votaram pela paralisação depois que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) se recusou a atender as principais reivindicações da categoria, tais como: reajuste de 22%, contratação de mais bancários, combate ao assédio moral, saúde, segurança, dentre outras.
Outro fator que fez os trabalhadores radicalizarem o movimento foi o reajuste de 6,1%. O índice é muito baixo, principalmente diante do lucro do setor, que beirou os R$30 bilhões somente no primeiro semestre deste ano.
Dia Mundial da Conscientização Sobre o Autismo - por mais respeito, compreensão e conhecimento!
SEEB-MA: 91 anos de lutas, conquistas e presença na vida da categoria
© SEEB-MA. Sindicato dos Bancários do Maranhão. Gestão Trabalho, Resistência e Luta: por nenhum direito a menos!