
A greve dos bancários completa 13 dias nesta terça-feira, 1º de outubro. Os bancos continuam em silêncio, demonstrando intransigência e desrespeito com os traballhadores. Em reunião na última quinta-feira (26), a categoria orientou a ampliação do movimento em todo o país, responsabilizando os presidentes da Fenaban e dos seis maiores bancos pelo fechamento do diálogo com os bancários. Diante disso, os sindicatos têm intensificado os protestos contra as principais instituições financeiras que estão emperrando as negociações.
No caso do Santander, o banco lucrou quase R$ 3 bilhões só no primeiro semestre deste ano, mesmo período em que demitiu 2,3 mil bancários. Além disso, trata os bancários brasileiros, que têm salvado o lucro mundial do grupo, de forma desumana, com menos direitos que os colegas da Espanha, onde fica a matriz da empresa.
Os funcionários sofrem nas agências as metas abusivas e o assédio moral, que levam ao adoecimento. Com as demissões e a diminuição do quadro de pessoal, quem sofrem também são os clientes com as filas e o mau atendimento. Não é à toa que o Santander é campeão no ranking de reclamações de clientes no Banco Central. Nos protestos, os bancários devem responsabilizar pessoalmente o presidente do Santander Brasil, Jesús Maria Zabalza Lotina, pela greve que continua por tempo indeterminado.
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