
Convites para teatro e cinema, descontos em restaurantes, atendimento gerencial a qualquer hora, agências equipadas com mobiliário sofisticado e ambiente climatizado. O que é um sonho para clientes e funcionários de todas as agências bancárias é realidade para os considerados Vips.
Os bancos preferem tratar com diferenciação os correntistas considerados “prime” a dar melhorias para todos. Além das inúmeras vantagens, as organizações financeiras procuram ainda limitar o atendimento sofisticado para aqueles com elevada renda mensal.
Para esses clientes, cujo rendimento mínimo para investimento pode chegar a R$ 200 mil, são oferecidos “mimos”, como novos segmentos com terminologias diferenciadas, taxas de juros menores e ainda assessoria financeira.
Para ter acesso a condições decentes nas agências, um cliente do Itaú deve ter R$ 4 mil de renda mensal para ser Uniclass e R$ 10 mil para ser Personnalité. No HSBC, o segmento Premier exige renda mensal também de R$ 10 mil ou R$ 100 mil em investimentos.
Bradesco e BB, com apenas uma segmentação, pedem uma renda mensal de R$ 9 mil e R$ 8 mil, respectivamente. Apenas a Caixa não tem bandeira destinada a alta renda. É preciso repartir os lucros e respeitar consumidores e funcionários que não aguentam mais tamanha diferenciação.
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