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PLANTÃO / CAMPANHA SALARIAL

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Cadê a proposta, BNB? Apesar do autoritarismo, a greve continua

15/10/2013 às 10:27
AFBNB
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A greve continua! Na noite de ontem apenas quatro bases – Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e Maranhão – realizaram assembleia. Em todas a decisão foi pela continuidade da greve no BNB. Não poderia ser diferente, já que não houve nova proposta e a vigente foi rejeitada por não apresentar absolutamente NADA de novo. 

Nas demais, prevalece a decisão tomada no dia 11 de outubro. Ou seja, a greve continua na Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Paraíba, Sergipe, Alagoas e Garanhuns e região (PE).

Os diretores da AFBNB, presentes à assembleia, ratificaram o posicionamento da entidade: o Banco precisa ir além do índice e apresentar novidades de fato que solucionem as inúmeras pendências históricas, ou seja, direitos que são negados ao longo de anos. Negociação sim, intimidação não!

Assim, a AFBNB repudia veementemente a postura autoritária da administração do Banco, jamais vista durante uma greve no BNB, sobretudo a atitude tomada na tarde de ontem, quando funcionários receberam telefonemas considerados ameaçadores, pressionando e exigindo o retorno ao trabalho, segundo denúncias que chegaram à AFBNB, numa violência sem precedentes. Além disso, o Banco usou de seus veículos oficiais de comunicação para constranger pessoas a irem à assembleia votar a favor da proposta (já rejeitada).

Para a AFBNB, trata-se de prática antisindical, que remete à interferência no direito de greve e à livre decisão da base em exercê-lo, além de assédio moral. A entidade entende que essa postura do Banco, de constrangimento, deve ser motivo de interpelação do Ministério Público do Trabalho, podendo os sindicatos agirem nesse sentido. A Associação está encaminhando nesta manhã ao Ministério Público do Trabalho questionamento sobre essa prática, para que este analise o fato e proceda conforme o caso requeira. 

Além disso, a entidade dará conhecimento aos órgãos superiores do Banco por meio de ofício (conselho de administração, DEST, Presidência da República e parlamentares da região) denunciando a postura antidemocrática e as chantagens baseadas em contrainformações pelo Banco, totalmente inadequadas a quem ocupa a direção de uma entidade de desenvolvimento, bem como cobrando uma solução para o impasse da greve, mediante proposta digna de ser apresentada e apreciada pela base. “Atitudes como essa não são condizentes com a democracia; não cabe num Estado Democrático de Direito. Quem faz isso demonstra desconhecer a instituição BNB, sua história, sua essência e o quadro de funcionários valorosos que se dedicam e com responsabilidade e empenho constroem o Banco do Nordeste”, destaca a presidenta da AFBNB, Rita Josina Feitosa da Silva.

A diretoria do Banco deveria se ocupar em formular uma política de recursos humanos de fato – o que não existe, obrigando os funcionários a recorrerem à greve para solucionar questões que já poderiam ter sido resolvidas administrativamente – e em construir uma proposta decente, não em ameaçar seus trabalhadores. O governo federal, por sua vez, é corresponsável nessa situação por se eximir à obrigação de negociar as questões específicas dos bancos públicos e não apresentar uma proposta que considere as suas especificidades. Ao contrário, ao que parece, abençoa esse tipo de prática e postura, que pelo visto é um direcionamento de governo, haja vista o mesmo ter ocorrido no Banco da Amazônia, segundo notícia da Associação dos Empregados do BASA (AEBA).

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