
O sistema financeiro é perverso. Apesar de ser o mais lucrativo da economia, não poupa os funcionários. Muito pelo contrário, demite. Uma pesquisa divulgada pela UNI Finanças, braço da UNI- Sindicato Global, que representa três milhões de trabalhadores no setor bancário em todo o mundo, revela os efeitos dos desligamentos e as condições de trabalho dos bancários desde 2011.
O estudo Setor Bancário: Uma Crise Humana (Banking: A Human Crisis), com trabalhadores do sistema financeiro de 26 países aponta que o medo do desemprego, a pressão excessiva e os abusos psicológicos são apenas algumas das causas de uma crise de saúde pessoal que afeta globalmente o setor bancário.
Além do estresse, por conta do déficit de empregados, a ansiedade também é outro fator que contribui para a deterioração da saúde do trabalhador, em virtude da tendência de substituição de bancários mais velhos por mais jovens e com salários menores.
A categoria bancária é uma das mais atingidas pelo assédio moral. Enquanto funcionários são diariamente explorados e têm as vidas expostas, pela falta de segurança nas agências, os bancos continuam enriquecendo e cobrando metas impossíveis de serem batidas.
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