
Para o SEEB-MA, o número de demissões não se justifica diante dos lucros recordes obtidos pelos bancos apenas no 1º trimestre deste ano.
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A onda de demissões no Maranhão está com força total, principalmente, em estabelecimentos bancários. Atualmente, os bancos mais demitem do que contratam empregados.
De acordo com o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho, o saldo de demissões é maior nos bancos privados. Os dados comprovam que inúmeros postos de trabalho fecharam nos últimos 12 meses no setor financeiro. Se não levarmos em consideração a Caixa Econômica Federal, que ampliou o quadro de funcionários neste período, o saldo entre admissões e demissões fica ainda mais negativo.
Neste mesmo período do ano, houve abertura de novas agências no Maranhão, porém no topo quando o assunto é demissão, Bradesco e o Santander insistem em continuar demitindo em massa seus empregados.
O Bradesco é um dos bancos que tem as maiores taxas de juros e lucros do país. No terceiro trimestre, o lucro líquido de R$ 3,06 bilhões superou as expectativas de analistas de mercado. No Santander, a única diferença está no lucro, em queda, de R$ 1,5 bilhão, mas a política de demissões é igual, mesmo com lucros volumosos.
Para o SEEB-MA, o número de demissões não se justifica diante dos lucros recordes obtidos pelos dois bancos apenas no primeiro trimestre deste ano.
O SEEB-MA reivindica a contratação de mais bancários e melhores condições de trabalho, e ressalta que o número reduzido de funcionários ocasiona o acúmulo de atividades, prejudicando a saúde dos empregados e, consequentemente, o atendimento aos clientes e usuários do banco.
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