
Seja para pagar as compras no mercado ou simplesmente deixar o dinheiro guardado em casa, a verdade é que o brasileiro está mudando de hábito. Muitos preferem sacar as notas no caixa eletrônico do que usar o cartão de débito. Em 2012, quase R$ 1 trilhão saiu das máquinas de autoatendimento para circular no bolso das pessoas.
O valor é um dos mais altos no mundo, perdendo apenas para a China e Rússia, segundo dados do BIS (empresa que reúne estatísticas dos principais bancos centrais). O levantamento foi feito em 23 países.
Entre 2008 e 2012, enquanto o volume movimentado em todas as operações disponíveis nos terminais cresceu cerca de 30%, no Brasil, o montante de saques aumentou o dobro (60%). De acordo com o Banco Central, há cinco anos, as máquinas eram mais usadas para fazer depósitos, responsáveis por 44% das operações na época.
Em 2012, a participação dos depósitos caiu para 35%. Os saques passaram de 37% para 46%. Segundo o BC, a quantidade de dinheiro vivo na mão da população no ano passado é maior do que o valor movimentado pelos cartões de crédito e débito (R$ 706 bilhões).
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