
O Santander não liga para a saúde dos funcionários brasileiros, responsáveis pela alta lucratividade da empresa espanhola. Uma prova é a mudança unilateral no plano de saúde, em vigor desde novembro passado. A medida tem impacto direto em cerca de 2.200 aposentados e 3.400 demitidos, que só podem ficar até dois anos nos planos após o desligamento.
De acordo com as novas regras, colocadas em prática sem qualquer diálogo com os trabalhadores, a partir de janeiro, aposentados e desligados passam a contribuir, através da implantação da cobrança por faixa etária, com subsídio do banco por cinco anos, assumindo o custo integral em 2018.
Em negociação ocorrida nesta terça-feira (17/12), os funcionários da empresa alertaram que a Resolução Normativa 279 da ANS (Agência Nacional de Saúde) não obriga a cobrança por faixa etária. Mas, representantes do banco mantiveram a intransigência e se recusaram a suspender as alterações, mesmo sob forte protesto dos bancários.
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