
O banco não oferece programa de auxílio-educação, mas para contratar novos empregados, exige que eles tenham ensino superior completo ou estejam pelo menos inscritos em algum curso de graduação.
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Embora tenha lucrado mais de R$ 10 bilhões em 2010, o Bradesco é o único entre os principais bancos brasileiros que não investe na formação de seus funcionários. O banco não oferece programa de auxílio-educação, mas para contratar novos empregados, exige que eles tenham ensino superior completo ou estejam pelo menos inscritos em cursos de graduação.
Exigir esse nível de instrução sem financiar os estudos de seus empregados é um contra-senso absurdo. No Bradesco, a responsabilidade social interna passa é longe. A única política desse tipo existente no banco é para privilegiar funcionários escolhidos de maneira pouco transparente e quase sempre do alto escalão, com bolsas para cursos de MBA caríssimos.
Enquanto isso, a grande massa de trabalhadores que, verdadeiramente, precisa de ajuda de custo para concluir o ensino superior fica a mercê da sorte, ou de empréstimos e financiamentos com juros altos para cobrir seus estudos, exigidos pela direção do banco.
O auxílio-educação é uma antiga reivindicação dos empregados do Bradesco, mas de forma descarada, o banco alega que não concede o benefício porque a Fundação Bradesco é capaz de suprir essa demanda. O que o banco faz questão de esquecer é que essa entidade não oferece cursos de ensino superior, além do mais, conseguir vagas para os filhos nessa Fundação é uma tarefa árdua.
*** Com informações do SEEB-Rondônia.
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