
Enquanto os cinco maiores bancos (Itaú, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa e Santander) lucraram R$ 42,2 bilhões de janeiro a setembro de 2013, os investimentos na segurança somaram, em média, pífios 5,6% (ou R$ 2,4 bilhões) do total de lucros. Um desrespeito com a vida.
É incrível a falta de preocupação dos banqueiros com a lei federal de segurança bancária. As agências não contam com portas giratórias, câmeras de monitoramento de qualidade, escudos com assento para vigilantes e vidros blindados nas fachadas, além de outras precauções básicas.
A instalação de biombos entre a fila de espera e os caixas e de divisórias individualizadas entre os caixas, como medidas de segurança, também são de suma importância para dificultar a ação dos olheiros na hora do saque dos clientes, evitando as mortes em consequência das saidinhas bancárias. É urgente que os bancos reconheçam o papel social de auxílio às instituições policiais para evitar mais óbitos dentro e fora das unidades.
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