
Que os bancos não investem em medidas efetivas para proteger a vida dos clientes e bancários já não é mais novidade. Mas os dados revelam que o índice destinado a equipamentos de vigilância nas agências é menor do que se pensava.
De acordo com as empresas, 5,6% do lucro vão para segurança. Só que o índice é repartido e a maioria dos recursos é para combater os chamados crimes cibernéticos. Do montante total, apenas 8% são para a segurança física. Ou seja, instalação de câmeras e de porta giratória e a contratação de vigilantes.
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