
Eichmann e a gestora da Gepes São Luís só "cumpriram ordens".
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Intrigada com a monstruosidade do holocausto, que ceifou a vida de 6 milhões de judeus, a filósofa e pensadora Hannah Arendt, das mais influentes do século XX, estudou de perto a mecânica racional do principal carrasco nazista, Adolf Eichmann, arquiteto da Solução Final. Depois do julgamento de Eichmann em Nuremberg, Arendt escreveu a obra “Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal”.
A autora demonstra a impressionante realidade de que Eichmann, o grande exterminador de judeus, não era em si um demônio ou um poço de maldades perveso e sádico, mas alguém com aparência normal. Um típico burocrata que “cumpre ordens” com zelo e eficiência e, portanto, sem a capacidade de separar o bem do mal. Por outro ângulo, Eichmann era um simples e pacato cidadão que agiu dentro do esquema montado por um determinado sistema que praticava o genocídio.
A gestora do BB Gepes São Luís informou a dois diretores do Sindicato dos Bancários do Maranhão que a imoral tentativa de burlar a decisão judicial que resgata a jornada de 6 horas para duas bancárias daquela unidade é algo normal, que o Banco do Brasil tem sua própria interpretação da sentença. Disse mais: que cumpre ordens da alta gestão de pessoas do BB e que o caso está sob a condução da assessoria jurídica do banco.
“A coisa tá muito feia no BB. A alta gestão de pessoas do banco está apinhada de ex-sindicalistas, inclusive tem deles que privam da amizade pessoal de Lula. O que será que deu neles para abolirem por completo os princípios de responsabilidade social da empresa, logo com o patrimônio mais caro do banco, seu funcionalismo?”, questiona David Sá Barros, presidente do SEEB-MA.
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