
A Procuradoria-Geral da República foi para a Itália para tentar impedir que o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato seja rolto pela Justiça. Até o fim da semana, o governo brasileiro vai enviar à Itália o pedido de extradição de Pizzolato.
Nesta segunda-feira (17/02), termina o prazo que o Minstério da Justica italiano dê um parecer sobre se o ex-diretor, condenado nojulgamento do mensalão, continuará preso ou não. Ele foi preso no início de fevereiro em Maranello, no norte da Itália, e, desde então, está preso na penintenciária de Modena. Caso o Ministério da Justiça italiano emita um parecer favorável.Pizzolato pode ser solto de cooperação internacional da PGR, Vladimir Aras.
Aras e o chefe de gabinete fa PGR, Eduardo Pelella, estão na Itália desde o último dia 13. Ambos estiveram na Embaixada do Brasil em Roma, e hje se reuniram em Bolonha com a procuradora italiana Miranda Bambace, que determinou manter Pizzolato preso.
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