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A explosão de caixas eletrônicos virou moda no Brasil. As quadrilhas especializadas se aproveitam da fragilidade da segurança pública e mandam bomba. No Maranhão, assim como no restante do país, o índice é alarmente. Até a primeira quinzena de junho, foram 7 casos e 3 tentativas no Estado.
Enquanto os números crescem, bancos e Estado discutem de quem é a responsabilidade. Para o coordenador do Observatório da Violência, Carlos Gomes, a resposta é obvia. “As organizações financeiras têm de investir em segurança. Bancários e clientes têm de estar protegidos”.
De acordo com a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), em 2010 o setor investiu R$ 2,25 bilhões em equipamentos de vigilância. O valor até parece alto, mas quando comparado com a lucratividade a diferença é gritante. No ano passado, os bancos lucraram R$ 45,4 bilhões.
Localização
Para o coordenador do Observatório da Violência, Carlos Gomes, os caixas eletrônicos deveriam estar localizados nas agências. “É fácil para os bancos transferirem a responsabilidade da segurança para os comerciantes”, afirma. Hoje, os terminais podem ser encontrados em farmácias, supermercados, postos de gasolina. Locais que chamam atenção dos bandidos pela falta de estrutura de vigilância.
Com informações do SEEB-BA.
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