
Na esteira das últimas elevações da taxa Selic, promovida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), os juros médios cobrados pelos bancos brasileiros para as pessoas físicas começaram 2014 em alta: subiram 1,2 ponto percentual, para 26,8% ao ano, em janeiro. É o patamar mais elevado desde maio de 2012. Os juros do cheque especial também subiram 6,1 ponto percentual, chegando a 154% ao ano.
O crédito consignado também ficou mais caro, principalmente, para trabalhadores da iniciativa privada. A média das taxas cobradas aumentou 2,6 pontos percentuais, chegando a 32,3% ao ano.
Segundo o professor Gilberto Braga, do Ibmec, dos seis grandes bancos brasileiros, três têm juros de cheque especial menores do que a taxa média (8,077%) divulgada pelo BC em seu site: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Bradesco. Na Caixa, por exemplo, após um mês, um saldo devedor de R$ 500 transforma-se em R$ 524,10. No Santander, após 30 dias, a dívida sobe para R$ 552,80.
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