
O recente assalto em uma agência do Santander, em Praia Grande, chamou atenção por um detalhe que aumentou o terror sofrido pelos trabalhadores rendidos pela quadrilha: os ladrões tinham fotos e informações sobre as vítimas e seus parentes. Segundo o apurado, os dados e imagens foram retirados de páginas pessoais de redes sociais.
De acordo com o delegado Marcelo Gonçalves, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, um cuidado básico é utilizar as “configurações de privacidade” das suas contas em redes sociais. “Elas permitem, por exemplo, que suas fotos não fiquem públicas e sejam vistas apenas por amigos”.
Fazer número
E por falar em amigos, o delegado alerta que é preciso ficar atento com quem está na sua lista de contatos. “Muitas vezes, para fazer número, a pessoa aceita qualquer convite de amizade enviado pelas redes sociais, incluindo gente que ela não conhece. Só adicione alguém quando sabe quem é”.
Gonçalves comentou também que algumas profissões são mais visadas por pessoas mal intencionadas e que os profissionais não devem expor suas rotinas na internet. “Há usuários que transformam a rede social em um diário, publicando cada passo que dão. Isso expõe o dono da conta na rede social e seus familiares”.
Como é difícil notar se tem alguém coletando informações para cometer crimes, o delegado ressalta que a melhor proteção são as medidas preventivas.
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