
Um grande exemplo de que lutar pelos direitos vale a pena. Um funcionário do Itaú de Feira de Santana, vítima de sequestro em abril de 2003, vai receber de uma só vez o valor que compreende a indenização de R$ 200 mil por danos morais e de R$ 765 mil por danos materiais. A decisão é do TST (Tribunal Superior do Trabalho).
O gerente, funcionário do banco desde 1985, foi sequestrado em 2003 quando saía do trabalho e levado à residência, onde permaneceu refém durante toda a noite. Pela manhã, foi forçado a acompanhar os assaltantes até a agência e abrir os cofres, desativando o alarme, enquanto a família estava em poder de parte da quadrilha.
De acordo com o TST, embora o assalto tenha sido frustrado, deixou o bancário com sequelas graves de ordem emocional. Um mês depois do ocorrido, o gerente começou a receber auxílio-doença e, posteriormente, foi aposentado por invalidez e incapacidade permanente para o trabalho.
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