
O dinheiro que deveria ser destinado para proteger a vida dos bancários e dos clientes nas agências é utilizado pelos bancos somente em tecnologia. Os novos serviços, além de colocar o emprego de milhares em risco, ainda podem trazer sérior prejuízos aos consumidores.
Desde 2008 que as organizações financeiras investem pesado nos chamados meios eletrônicos de pagamento, uma forma de serviço que vincula depósitos e saques a um número de celular. Em 2012, foram destinados R$ 20,1 bilhões para nova tecnologia. Já para medidas de segurança nas unidades foi somente R$ 1,5 bilhão. Diferença incrível.
Em cinco anos, as transações bancárias passaram de 20 bilhões para 35,7 bilhões, as operações por meio da internet saltaram de 30% para 39% e as feitas por mobile banking, de 0,04% para 2,3%. Enquanto isso, nas agências, o movimento caiu de 18% para 11% e nos terminais de autoatendimento, de 33% para 26%. Um verdadeiro paraíso na terra, na visão da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
Já para a população o que parece bom, pode ser uma verdadeira armadilha. O serviço de telefonia no Brasil é, ao lado dos serviços bancários, o mais reclamado junto ao Procon. Sem falar nos custo elevados. Um saque utilizando o mobile, por exemplo, custa em média R$ 6,00. Um absurdo.
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