
Uma prova clara do desrespeito do Santander com os trabalhadores brasileiros. Desde 2013, o banco espanhol fechou cerca de 5 mil postos de trabalho. Em compensação, 25 mil contas foram abertas no período.
Para piorar, o presidente da empresa no Brasil, Jesús Zabalza, que, diga-se de passagem, nem brasileiro é, não recebe o movimento sindical. Em resposta encaminhada aos trabalhadores, o executivo alega ter diversos compromissos, inclusive fora do país.
A promessa é de que o vice-presidente Executivo Sênior vai agendar um encontro. Só não se sabe quando. Enquanto isso, funcionários e clientes têm de conviver com o caos nas unidades do banco. Em alguns locais, os transtornos são quase que diários. Um verdadeiro descaso.
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