
Banco anunciou em seu plano estratétigo que haverá "corte de custos" e "reorganização interna" de pessoal.
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SÃO PAULO (SP) - Mais caciques, menos índios. Assim poderia ser resumido o plano estratégico do Itaú para os próximos meses. Em matéria publicada na edição de 15/6 da Revista Exame, com o título "Agora, ele precisa cortar", o banco anunciou que está abrindo 7 mil vagas até dezembro para novos gerentes e profissionais especializados em atender empresas. Tudo seria lindo se junto a este anúncio de mais contratações não viesse também a informação que haverá "corte de custos" e "reorganização interna" de pessoal.
Embora os executivos do banco afirmem que o objetivo central não visa a redução do quadro de funcionários, só durante os meses de abril e maio deste ano, cerca de 350 funcionários deixaram o banco, a maioria deles pertencentes a área de crédito ao consumidor. Agora os bancários remanescentes estão se perguntando agora qual a próxima área que vai começar a demitir.
Temendo o pior, a Comissão de Organização dos Empregados do Itaú (COE) já agendou reunião para o próximo dia 28/6, em São Paulo, para discutir o assunto e tirar uma contra-estratégia para conter possíveis ações do Itaú contra o trabalhador.
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