
A primeira rodada de negociação com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), iniciada na terça-feira e encerrada ontem, deixou muito a desejar. Como sempre, os banqueiros enrolaram e alguns dos principais itens da saúde foram empurradas para a mesa temática.
Avanço, só em relação ao programa de reabilitação, que prevê a reinserção e readaptação do bancário ao ambiente de trabalho. Os seis principais bancos se comprometeram a, finalmente, tirar a cláusula do papel e colocar em prática.
Mas, o enfoque dos debates se deu na prevenção de acidentes. Desde o primeiro momento das conversações, na terça-feira, o Comando Nacional alerta para a necessidade de as empresas cuidarem da saúde do funcionário. Apesar de, na mesa de negociação, os banqueiros concordarem, na prática nada fazem para evitar as doenças ocupacionais.
O ritmo alucinante nas agências, a cobrança por metas, o assédio moral, a sobrecarga de trabalho, o impacto das demissões, fazem da categoria uma das que mais se afastam das atividades por problema de saúde.
Ano passado, 18.671 bancários se licenciaram das atividades, crescimento de 41% em relação aos últimos cinco anos, de acordo com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
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