
O movimento sindical sai da negociação sobre saúde com a Caixa com a certeza de que o banco pode oferecer mais. Durante o encontro, nesta quinta-feira (21/08), em Brasília, apenas algumas demandas foram aceitas.
Sobre o Programa de Gestão de Desempenho de Pessoas, mecanismo de cobrança de produtividade que determina metas individuais, a instituição financeira se comprometeu a trabalhar preventivamente pela redução do conflito e do adoecimento.
O programa, no entanto, por si só é problemático e tem causado aumento de doenças entre os funcionários. O desgaste, por conta da rotina estressante, é inevitável. O banco disse que vai implementar, em novembro, um projeto piloto de melhoria nas condições de trabalho. O objetivo é agilizar as demandas dos bancários solicitadas aos sindicatos ou à empresa.
Em relação ao Saúde Caixa, ficou acertado que até o dia 15 de dezembro, deve ser feito um projeto, após contratação de uma consultoria, para definir a utilização do superávit acumulado em benefício dos trabalhadores.
A instituição financeira ficou de levar na próxima rodada uma proposta sobre o prazo de carência para o atendimento de emergência. Hoje, é limitado a duas vezes no mês. Para a diretora da Federação da Bahia e Sergipe, Luciana Pacheco, membro da CEE, presente na negociação, o resultado poderia ter sido melhor. “Os pequenos avanços não conseguem fazer frente aos problemas que causam o adoecimento da categoria”.
A próxima negociação acontece na sexta-feira (29/08) e os debates são sobre aposentados, Funcef (Fundação dos Economiários Federais) e isonomia.
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